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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Uma imensa fornada de cupcakes!

Então outro dia eu recebi, inusitadamente, uma encomenda de cupcakes!
Eu já até tinha feito bolos pra vender quando tava juntando $$ pra ir pra França, mas cupcakes pra vender eu nunca tinha feito. Topei na hora e fiquei super feliz!
Por uma super coincidência (destino, sorte, sei lá!), logo antes da encomenda rolar, eu tinha conhecido a Paula (fofa demais!), do The Cookie Shop - blog de gostosuras doces que eu adoro e que tem fotos tão tão lindas que dá vontade de correr pra cozinha e tentar reproduzir tudo! Aí, como ela tem uma doceria virtual e é mais inteirada dos valores de mercado que eu, fui pedir ajuda. Com os preços na cabeça, fui pra rua Paula Souza procurar, também por indicação da Paula, a tal Central do Sabor - loja de produtos pra confeitaria (ou confeitagem?), praticamente o paraíso! Fiz a farra por lá, viu! Quem tá acostumado com os preços abusivos da Barra Doce precisa conhecer a Central do Sabor. O site deles não é muito bom (não tem quase nada), mas a loja é bem rica.
Fui pra cozinha preparar a primeira fornada e saíram esses 2 "modelos" aí:
Bonitinhos e beeeem gostosos! (zero modéstia!)
O da direita é de fubá com recheio de goiabada (bem mineiro!) e o da esquerda é de coco e chocolate, que já mostrei aqui.

Pra fazer o Romeo e Julieta (massa de fubá, recheada com goiabada mole e cobertura de cream cheese e chocolate branco) o processo é o seguinte:

(essa receita rende uns 18 ou 24 cupcakes grandes)
 
3 ovos
1 xícara de leite
1 xícara de fubá
1 xícara de farinha de trigo
2/3 de xícara de óleo (eu uso 1/2 xíc. de manteiga em temperatura ambiente)
1 1/2 xícara de açúcar (pode diminuir pra 1 xícara se quiser)
1 colher (chá) cheia de fermento em pó
1 colher (sopa) de parmesão ralado (de boa qualidade)
1 colher (sopa) de coco ralado
1 xícara de goiabada mole pra rechear

Bater todos os ingredientes (menos a goiabada) no liquidificador, preencher as forminhas até 2/3 da capacidade delas e assar em forno médio para que fiquem bem redondinhos.
Quando estiverem mornos, corte o miolo (aqui e aqui tem passo-a-passo de como fazer), recheie com a goiabada e tampe com a tampinha de massa. Deixe esfriar completamente e coloque a cobertura.
A goiabada ole eu preparei a partir da goiabada em barra: cortei em pedaços médios, coloquei água suficiente até quase cobrir os pedaços e deixei em fogo baixo, mexendo sempre, até derreter. Se a goiabada for do tipo cascão, vale à pena passar pela peneira pra ficar bem lisinha. A cosnsistência ideal é a de um brigadeiro mole. Se ficar mole demais é só deixar ferver mais, e se ficar muito dura, basta colocar mais água (filtrada ou mineral).

Para a cobertura:

1 potinho de cream cheese tradicional (O povo torceo o nariz quando vê cream cheese no meio, mas depois de provar todo mundo ama. Tenham fé!!)
1 tablete (180 gr) de chocolate branco
2 colheres (sopa) de creme de leite

Derreter o chocolate branco no microondas (cerca de 3 minutos, mexendo a cada minuto para não queimar) e misturar o cream cheese e o creme de leite. Geralmente ficam umas bolinhas inconvenientes que não dissolvem, então eu passo pela peneira pra não entupir o bico de confeiteiro. Deixar na geladeira para firmar antes de confeitar.

Eles ficam assim por dentro:
Esse é o tamanho grande. Pra encomenda eu fiz mini-cupcakes... o tamanho exato de 2 bocadas de puro prazer!
No tamanho menor eu achei que os sabores se equilibram mais e fica mesmo muito harmoniosos, sendo que o dulçor (chique, hein! hahaha) não cansa o paladar.
Uma descoberta bem legal que a expericência me proporcionou foi a dos bicos de confeiteiro profissionais. Até então eu usava aqueles bicos que vendem em supermercado e me achava a própria Marta Ballina, mas nunca tinha conseguido aquele efeito glamouroso na hora de confeitar. Queria uma cobertura que parecesse uma fita, como nos cupcakes gringos.
Na central do sabor eu encontrei un s bicos maiores e inteiriços, da marca Wilton (a fodona em acessórios confeiteiros), e trouxe 3 pra casa. Depois de alguns testes eu consegui o resultado lá de cima. Adorei! Logo vou postar uma foto dos testes com os bicos por aqui.
No fim das contas eu fiquei bem orgulhosa por ter feito a encomenda direitinho, mas confesso que a experiência não vai se tornar rotina na minha cozinha não. Até porque é preciso ter foco nessa vida, né gente? Eu não posso querer ser multitarefas e fazer antropologia, fotografia, gastronomia, maquiagem e literatura, né? Até posso, mas a qualidade de todas as áreas fica um pouco comprometida... Então os cupcakes ficam reservados pra quando eu quiser presentear com muito carinho ou receber meus amigos com um mimo gostoso!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Cupcakes pra receber

Tava com esse post na manga há um tempão, mas não escrevia por pura preguiça de descarregar as fotos, dá pra acreditar?
Vamos a ele!
Pratos de plástico de 2 real que eu tive que trazer pra casa. tão bonitinhos!
Em mais uma tentativa de entreter meus convidados (em especial a Quel, amiga queriiiida, que veio diretamente de BH e ainda trouxe uma goiabada sensacional de presente!!!) e travar batalha contra a balança (alheia! rá!) com deliciosas guloseimas, fiz esses cupcakes que foram devidamente devorados por bocas sedentas por prazer!
 Participação especial das rosas chá (incluído o trocadilho do marido com a xícara)
As receitas eu fui buscando aqui e ali: a de coco eu achei aqui (e fiz algumas alterações) e a de banana infelizmente não me lembro mais de onde tirei...
Para a cobertura eu usei ganache (chocolate meio amargo derretido e creme de leite) e uma misturinha mágica perfeita pra momentos de improviso: Chocolate em pó Dois Frades e um pouquinho (pouquinho mesmo) de leite, muuuuito bem misturados até virar uma pasta densa e absolutamente deliciosa! Funciona demais pra cobrir cupcakes e bolos de uma forma mais descontraída (já que não fica um esmero da estética, né?!)
Aí é só acompanhar com uma bebidinha supimpa e pronto: a noite de alegrias está prestes a começar!

Para fazer os Cupcakes de Coco e Chocolate:

15 colheres de sopa de farinha de trigo
7 colheres de açúcar
½ xícara de manteiga (a não ser que você seja Vegan, por favor, não use margarina. aquilo não faz bem pra você e é muito ruim!)
4 colheres de sopa de coco ralado
1 colher de chá (cheia) de fermento em pó
1 vidro de leite de coco
1 punhado de gotas de chocolate (eu sempre vou de olho, mas imagino que sejam 2/3 de xícara)

Misturar os ingredientes secos (menos o chocolate) com a manteiga até formar uma farofa homogênea, e acrescentar o leite de coco e as gotas de chocolate. Ter fé e colocar nas forminhas até 2/3 da capacidade. Assar em forno médio pré-aquecido por cerca de 20 minutos, ou ate que, espetando-se um palito de dente, ele saia de lá sem massa grudada.
Obs.: Por causa do leite de coco a massa fica bastante oleosa, então recomendo deixar os bolinhos descansando em papel toalha até que o excesso de óleo seja absorvido pelo papel, e não pelo seu lindo e esbelto organismo.

Para fazer os Cupcakes de Banana:

2 xícaras de farinha
125 gramas de manteiga (meio tablete e mais um tiquinho)
1 ½ xícara de açúcar
2 ovos
1 xícara de banana amassada
½ xícara de iogurte natural
1 colher de café de extrato de baunilha
1 colher de chá de fermento em pó
1 pitada de sal
1 pitada de canela

Bater a manteiga com o açúcar e os ovos. Acrescentar os ingredientes secos aos poucos, intercalando com o iogurte. Por fim acrescentar as bananas amassadas e a baunilha. Encher as forminhas de cupcake e assar em forno pré-aquecido (mesmo esquema de todos os bolos do universo que eu tenha notícia).
Obs. Esse bolo cresce muito, então não encha demais as forminhas, senão a massa transborda e vira uma caca só. Um pouco menos de 2/3 da capacidade tá ótimo.

Depois da farra gastronômica, as meninas da casa se juntaram e foram pra uma divertidíssima balada* gandaia na Talco Bells - um esquema meio retrô num hotel decadente do centro, com decoração ótima, música excelente e não sei quantos vidrinhos de polvilho anti-séptico Granado, pra fazer os pezinhos dançantes deslizarem a noite toda! Sucesso!
* Eu tenho preconceito de falar balada. Não é contra quem fala, é de eu mesma falar. É que eu sou mineira e vou pra festa, pra farra e pra gandaia... mas não pra balada!

 Reforçando a mineiridade: presente da Quel que foi muito bem aproveitado!


quinta-feira, 22 de abril de 2010

Forminhas turbinadas

Marido voltou de viagem com um presente fofo pra mim: forminhas de silicone pra muffins e cupcakes da Alice Délice!
Fiquei suuuper empolgada porque elas são lindas, gostosas de pegar e MUITO práticas!
Pra estreiar eu fiz uns muffins salgados de tomate e queijo que cheiraram a casa inteira e foram devorados em minutos.
A receita é uma adaptação mineira da original do Panelinha...

Ingredientes

1 tomate picado em cubinhos
1/2 xícara de queijo minas em cubinhos (!!!)
1 punhado de orégano (se tiver manjericão é melhor!)
1/2 xícara (chá) de leite
4 colheres (sopa) de manteiga
2 ovos
1/2 xícara de farinha de trigo
1 xícara de farinha de trigo integral
2 colheres (chá) de fermento
1 colher (sopa) de açúcar
manteiga e farinha de trigo para untar e polvilhar (eu não precisei porque minhas forminhas são de silicooooneeee!!!!)

Modo de Preparo

1. Preaqueça o forno a 180ºC (temperatura média).
2. Numa panelinha, junte o leite e o orégano. Leve ao fogo alto e, quando o leite ferver, desligue o fogo. Acrescente a manteiga imediatamente e mexa bem até derreter. Coloque os ovos e misture bem. Reserve.
3. Numa tigela grande, passe por uma peneira as farinhas, o fermento e o açúcar. Faça um buraco no centro e regue com a mistura de leite e manjericão. Com uma colher, mexa até a farinha absorver todo o líquido. Acrescente o queijo e o tomate em cubinhos.
4. Preencha cada forminha com 2/3 da capacidade e leve ao forno por 25 minutos. Retire os muffins da assadeira e deixe esfriar.
5. Sirva com os pedacinhos de queijo ainda derretendo. Uma cousa!!!

Agora tô em busca de mais receitas de muffins salgados. Alguém sugere?

terça-feira, 20 de abril de 2010

O fim de semana (com mãe e tudo!)

No último final de semana minha mãe (Cris, sempre presente nos comentários!) veio visitar minha casinha pela primeira vez!!
Eu estava a mil esperando por ela, que chegou na sexta de manhã. Comecei os preparativos já na quinta. Comprei um maço de rosas Blush: não resisti ao nome e à beleza!

Além disso, fiz um frango indiano que eu já tinha visto a Nigella fazer e ficado com muita água na boca. Quando ficou pronto e eu provei, achei que eu tinha tido muito a manha! Mas como o prato era pra ser preparado com antecedência para dormir "pegando o gosto", tentei esquecer a gostosura na geladeira até a hora do almoço de sexta.
Mas no almoço de sexta marido não estaria em casa, e depois de sentir o cheiro da coisa toda ele ficou morrendo de vontade de aproveitar, então o almoço foi adiado pro jantar. Ótimo, assim o sabor ficaria ainda melhor!
Fiz uma truta com cogumelos pro almoço e partimos, mamãe e eu, pro Bom Retiro. Que farra! Eu nunca tinha ido e adorei! Fizemos ótimas compras (tipo calça jeans por 41 realidades, gente!) e eu ganhei ótimos presentes (brigada, mãe!!). Chegamos em casa tão exaustas que foi o tempo de comer uma empadinha e cair na cama. Nada de jantar o tal frango.
No sábado, por fim, atacamos o tão esperado prato e foi lindo! Tava bom demais!
Pablo, melhorou a sua impressão do aspecto da coisa? Ele é meio pálido mesmo, mas é bão demais!
Recomendo demais a receita pra quem tiver com um tempinho sobrando e uma vontade louca pra provar uma mistura maravilhosa de sabores.
Pra acompanhar rolou uma saladinha de leve e um arroz - indiano como o frango - cheio de especiarias, chamado pilaf. Clica aqui pra ver a receita.
De quebra ainda tivemos um bolo de banana com castanhas do pará (que agora virou moda chamar de castanha do brasil, né?!) pra hora do lanche.
Domingo fomos ao Liberdade bater perna e comer yakissoba. Até hoje eu fico admirada com o tanto que a mão coça pra levar tudo que vejo pela frente naquele lugar! Mama comprou mil palitinhos enfeitados, chás etc, e eu comprei as tradicionais balas de lichia e mais um monte de pacotinhos daquelas coisas inacreditáveis que eles vendem. Além de namorar um monte de maquiagens e equipamentos afins. Ai ai!
Achei que passou tudo tão depressa. Fiquei querendo mais!
Não tem nenhuma foto nossa porque a gente fica tão abobada quando tá junta que esquece de umas coisas meio óbvias - como registrar um momento tão gostoso que nem esse...Mas outros virão, né mãe!

Quem quiser a receita do frango traduzida (toscamente) pro português é só me escrever pedindo. belluscher@gmail.com
Dica: Tem esse site, o Foodnetwork, que compila um moooonte de receitas dadas em programas culinários gringos. É uma boa pedida pra quem não tá com papel e caneta na mão pra anotar na hora que tpa rolando o programa.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Preguiça inspiradora

Ontem foi um dia regado pelas melhores preguiças: fiquei lendo Elle no sofá um tempão, depois vendo House, depois pensando na vida e depois querendo fazer alguma outra coisa. Aí resolvi fazer cupcakes!
Tava pra tentar fazer algo parecido com aquele de cenoura e especiarias da Wondercakes, então fui pra frente do computador munida da lembrança do bolinho delicioso.
Tentei achar uma receita perfeita, mas não foi o caso, então parti pro ataque na cozinha com meu feeling ligado e pronto: uma mistureba laranja e perfumada prestes a ir pro forno.
O resultado foi uma fornada gordinha e cheirosa, bem apetitosa (mamãe, eu sei rimar!).
 Um pedacinho de chocolate derretido pra dar uma tchãn. Marido reclamou que era pouco chocolate... rs
Eles podiam ter ficado mais úmidos (acho que faltou cenoura), mas pra uma primeira tentativa com base no olhômetro, tá valendo!

Como foi:
Bati no liquidificador 2 ovos, + ou - 1/2 xícara de óleo e 1 cenoura ralada no ralo grosso.
Em uma vasilha misturei 1 1/2 xícaras de farinha de trigo, 1 xícara  de açúcar, 1 colher de café de fermento em pó, 1 colher de café de bicarbonato, 1 colher de café de canela em pó, uma colher de café de gengibre em pó, 1 pitada de garam masala e um punhado de noz moscada ralada na hora (eu só tinha um pedacinho, mas pode ser o equivalente uma colher de café).
Tranferi a mistura líquida para um bowl (vasilha redonda e mais ou menos funda) e fui adicionando a mistura seca à líquida aos poucos, mexendo delicadamente. À medida que a mistura ia ficando pesada eu ia acrescentando leite (mais ou menos 1/2 xícara).
Aí foi só colocar nas forminhas (já dentro de forminhas de empada e dentro de um tabuleiro grande) e levar pro forno com um pedaço de chocolate devidamente mergulhado na massa. Forno médio por uns 20 minutos. Nham!
Ó, eu sei que existem formas especiais pra cupcakes, daquelas pra 12 forminhas, ou das individuais de silicone, coloridas e lindas... mas eu já tenho as forminhas de empada aqui, então pra quê gastar mais se elas me servem tão bem? O que eu to querendo comprar agora são umas forminhas de papel coloridas e decoradas... lindas demais! Barra Doce que aguarde meu próximo salário!!!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

As delícias da Wondercakes

Ontem, depois de um almoço no mínimo interessante (mas ligeiramente insatisfatório) fomos levar a Sara, uma amiga querida de BH, pra conhecer a Wondercakes – a primeira (que eu saiba, única) cupcakeria de SP, que fica na Augusta.
Já havíamos provado 2 sabores – brigadeiro e chocolate com maracujá – mas nossa meta de conhecer todos eles precisava do impulso desta voraz colaboradora!
A loja é de encher os olhos e encanta já do lado de fora com sua fachada cor-de-rosa. Por dentro, os bolinhos expostos como objetos preciosos e o teto preenchido com luzinhas que lembram um céu estrelado só fazem arrancar elogios de nós, pobres gulosos de sabores e belezas!
Ao ouvir a atendente (fofa!) cantando todos os sabores, não nos contivemos e levamos 7 cupcakes pra casa!
Na verdade, chegamos só com 6, já que o de banana com nutella foi devorado pelo caminho!
Além desse, trouxemos de blueberries, brigadeiro com pistache, cenoura com especiarias, Bailey’s, triple chocolate (com chocolate meio-amargo belga) e maçã com canela.
Comemos os 7 cupcakes em duas levas e vivemos felizes pra sempre com um monte de endorfina no organismo!
Triple chocolate prestes a ser abocanhado. Atenção para a modernagem no quesito unha!
Vamos aos nossos preferidos:
Bel: 1º Cenoura com especiarias
       2º Maça com canela.
Be: Cenoura com especiarias  
      2º empatados Triple Chocolate, Brigadeiro (que provamos em outro dia) e Maçã com canela.
Sara: Cenoura com especiarias 
        Banana com nutella.
Deu pra ver que o cupcake de cenoura conquistou nosso coração, né? É muito diferente dos outros e se destaca com louvor! No geral a massa de todos eles é bastante úmida, e a incorporação do recheio é uma inovação bem ao gosto da gula brasileira (o bolinho, além de ser lindo, tem que ser uma verdadeira delícia cremosa pra nos agradar!).
Cada cupcake custa R$5,80, e a caixa com 6 sai por R$35,90.
Endereço: Rua Augusta, 2542, Jardim Paulista, São Paulo.
Recomendo a visita pros olhos e pro paladar!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Peixe de festa

Eis o peixe comemorativo dos aniversários do papai e da Bá:
A receita é do site da Donna Hay (é... to parecendo obcecada!) e fez sucesso na última sexta.
A idéia é fazer uma casquinha crocante com farelo de pão, azeitonas, tomilho (eu usei alecrim) e alho. A carne fica tenra e muito saborosa com o tempero da crosta. Pra acompanhar eu fiz umas batatinhas com tomate ao forno e saladinha de agrião baby.

     Peixe com crosta de azeitona e tomilho

    * 4 xícaras de farelos de pão frescos (eu coloquei umas 4 fatias de pão italiano no processador e fui pulsando até ter uns pedaços pequenos, mas com textura. Não é pra fazer farinha de pão... é uma coisa mais pedaçuda, apesar de delicada!)
    * ½ xícara de azeitonas verdes sem caroço finamente picadas
    * 2 colheres (chá) de tomilho fresco (usei duas colheres de sopa de alecrim. Adoro!)
    * 1 dente de alho amassado
    * Sal e pimenta do reino moída na hora
    * 3 ou 4 filés de peixe branco firme (usei Saint Petter)
    * Farinha de trigo, pra empanar
    * 1 ovo batido, pra empanar
    * ¼ xícara de azeite
    * limão pra servir

Pré-aqueça o forno a 180°C. Misture os farelos de pão, as azeitonas, o tomilho e o alho e ponha em uma travessa. (como eu tava com preguiça de picar azeitona e alho, depois de processar o pão um pouco, coloquei a azeitona e o alho pra processar junto)
 Passe os filés de peixe (limpos e secos com papel toalha. e sem tempero hein!) pela farinha de trigo e retire o excesso. Mergulhe um filé por vez no ovo batido e coloque na travessa com a mistura de pão. O filé deve estar coberto por todos os lados pela farofa de pão, azeitonas e tomilho. Vale dar uma apertadinha pra que a farofa fique bem aderida ao peixe.
Aqueça uma frigideira antiaderente com parte do azeite e frite um filé de cada vez por 2 minutos de cada lado. Coloque os filés numa assadeira antiaderente e leve ao forno até que esteja bem cozido (uns 10 minutos).
Espremer limão por cima dos filés na hora de servir.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Uma surpresa para Amélia

Estava eu fazendo as unhas quando marido chegou todo contente em casa com um pacote. Vi que era um livro e achei que era um dos tantos que ele pediu e que estão super atrasados. Mas nãaaaao... Era pra mim!
É da Donna Hay. Estranhei e ele disse: Você que comprou, ué. Mas eu não tinha comprado.
Abrimos o pacote um tanto desesperados e vimos o que era: um livro da Donna Hay (lembram dela nesse post aqui?) novinho em folha. Com dedicatória na contracapa. LUXO!
Mas eu ainda não tinha entendido quem tinha mandado... Como assim a Donna Hay me mandou um livro dela? Tipo, ela nem tem meu telefone... a gente nunca nem tomou um café juntas nem nada...
Pensei até que pudesse ser alguma amiga leitora fazendo graça... minha mãe... sei lá!
Mas aí fui buscar explicações no envelope estraçalhado:
Siiiiim! O post aqui no Amélia chegou ao conhecimento da equipe dela lá na Austrália e eles me mandaram o No Time to Cook diretamente de Sidney, junto com um caderninho fofo. \o/
O conteúdo do livro é lindo e delicioso de ver. Já vislumbrei vários sucessos em potencial. Assim que estrearmos as receitas eu venho aqui contar.
Eu não tenho como descrever a alegria que senti. To meio boba até agora! E pode ser deslumbre puro, mas gente... é muito massa ganhar um livro lindo de uma autora FODA por causa desse espaço aqui! De repente as coisas começam a acontecer. Não é demais?!
Olha, pode ser a propaganda mais barata do mundo pra eles, mas me deixou com o coração quentinho e um orgulho danado desse blog!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Uma espécie de vício

Logo depois que conhecemos a Bombay, loja especializada em especiarias, ficamos loucos de vontade de ter a “coleção” inteira. Planejamos comprar ao menos um potinho por mês e ir montando nosso arsenal aos poucos.
Além da variedade e qualidade de produtos, as embalagens são lindas (sim, mulheres são facilmente seduzidas por embalagens cuidadosas!), e é fácil imaginar a cozinha repleta dos vidrinhos quadrados com recheios coloridos, saborosos e aromáticos.
Seguimos com nossa empreitada de compras mensal, mas tínhamos em casa uma porção de saquinhos com especiarias mal acomodadas – inclusive perdendo suas características por isso.
Como eu não dou conta de muitos potes diferentes em uma mesma coleção (#toc), resolvi sair à procura dos potinhos iguais aos da Bombay pra acondicionar o que já tínhamos em casa. Encontrei os potinhos quadrados na Rua Silveira Martins – famosa pelo comércio de embalagens e matérias primas cosméticas. Entre a infinidade de lojas do gênero a diferença de preço não era grande, e paguei R$4,55 pelos meus potinhos aqui, já com a rolha.
Os que tem a rolha marcada sao os da Bombay.
Comprei 10 e ganhei um de brinde, e o Be até achou que eram muitos, mas no final das contas só sobraram 2 pra serem preenchidos.
Os visíveis: Turmeric, Gemgibre em pó, Garam Massala e Pimenta Rosa.
Dá gosto ver esse monte de cores à nossa disposição!
Só nos falta uma prateleira miúda pra deixar todas à vista e ao alcance fácil da mão.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Alecrim Dourado

Coisa generosa é pão, né? Um tanto de farinha, óleo e fermento que alimenta e pode deixar a gente bem feliz.
Ontem à tarde eu queria uma coisa gostosa feita em casa pra comer, e há tempos vinha adiando a feitura de pães.
Peguei essa receita do Rainhas (meu eterno aliado nos momentos mestre-cuca-do-desespero) e fui.
Não tinha todos os ingredientes, então improvisei. Muito fácil de fazer, viu? Vejam lá!
O resultado foi um delicioso, quentinho e macio pão de alecrim e alho, devorado em instantes pelos dois monstrinhos que habitam essa casa!

Como hoje de manhã ainda tínhamos pão. não exitamos em fazer um sanduba no grillcom queijo minas. Pra nossa infelicidade o queijo não era curado (ô saudade do mercado central de BH...), mas ficou bom assim mesmo!
Ah, apesar do marido implicar um pouco com farinha integral, substitui uma das cinco xícaras de farinha branca pela integral, só pra aliviar minha consciência um pouquinho!
A receita rendeu duas formas de pão: uma maior e uma menorzinha de bolo inglês.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Clássicos Modernos na Cozinha

Desde sempre eu adoro livros e programas de receitas. Aos 8 anos eu acordava cedo no domingo e pegava um livro de receitas do açúcar União e ficava lá estudando, super compenetrada (já com os deveres de casa... tsc).
Com o tempo o livrinho União perdeu a capacidade de me despertar delírios culinários, e passei a procurar livros mais bonitos e interessantes.
Muitos livros bacanas, com cuidado estético e autoral, como os do Jamie Oliver e da Nigella Lawson, já estão traduzidinhos pro português e acessíveis pra nós nas prateleiras físicas e virtuais. Mas ainda há uma infinidade de opções que só conseguimos ter acesso importando. E viva a Amazon!
Um livro pelo qual tenho absoluto apreço é o Modern Classics, book 1, da Donna Hay. Pois é... eu nunca tinha ouvido falar nessa dona [favor considerar o trocadilho] até começar a fuçar nos livros de cozinha do Be. (Pois é... ele também cozinha!!) O livro é em inglês, mas é bem fácil de entender através das lindíssimas fotos que acompanham as receitas. Tudo é muito muito bonito e razoavelmente fácil de fazer. Os ingredientes são simples e o resultado é sempre de grande efeito.

O prato que mais gosto desse livro é um peixe com tomatinhos e alho assados, que é praticamente a especialidade aqui de casa!
Segue a receita pra quem se animar (é moleza!).

Filé de peixe assado com tomates

350 gr de tomates cereja
1 colher (sopa) de raspas de limão
8 dentes de alho (pode ser com casca... vira uma manteiga!)
1 ½ colher de sopa de alcaparras em conserva lavadas
1/3 de xícara de azeite de oliva
4 filés de peixe branco firme (cerca de 120 gr cada) (uso sempre Saint Petter, mas linguado e badejo também funcionam)
Suco de limão
Sal e pimenta do reino moída na hora

Temperar os filés com sal e pimenta e reservar.
Colocar os tomates lavados e inteiros em um refratário com as raspas de limão, as alcaparras lavadas e os dentes de alho. Regar com metade do azeite, temperar com sal e pimenta e assar por cerca de 20 minutos.
Colocar os filés em uma assadeira (de preferência antiaderente) e regar com o azeite restante. Levar ao forno por 20 minutos, ou até que estejam levemente dourados e inteiramente cozidos.
Regar os filés com suco de limão assim que eles saírem do forno.
Servir com os tomates assados e batatas tostadas (ou uma saladinha verde)

Dicas: É melhor começar a fazer o tomate antes e depois de uns 15 minutos colocar o peixe no forno também.
Acho, mas só acho hein, que dá pra fazer o peixe no George Foreman... deve ficar lindo com listrinhas de grill!
As batatas tostadas são previamente cozidas e depois meio que fritas em azeite e manteiga e temperadas com sal (de preferência grosso).

O Modern Classics está à venda na Livraria Cultura sob encomenda, bem como vários outros livros da autora, custando cerca de R$60,00. Clique aqui para ir direto ao link da livraria.
Já vou separar minhas moedas para logo comprar um outro, já que o do Be é emprestado. O difícil é controlar a vontade de ter todos os livros da autora!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O primeiro desafio do ano

[Nota explicativa: Meu computador simplesmente resolveu que não vai mais abrir a página do Blogger, e por isso o Amélia ta mais parado que devia. Aliás, por que foi mesmo que eu não abri esse blog no wordpress?? #ignorância]

De toda forma não quero deixar de contar aqui do meu grande desafio de réveillon: torta de carne.
Eu não sou uma pessoa que gosta de carne. Não vou dizer que detesto, porque o cheirinho da carne de panela e do churrasco são uma delícia, mas a textura, as fibras e o sabor de algumas delas não me fazem bem. Um franguinho (sem aquelas veias e cartilagens, por favor!) e um belo peixe quase sempre não passam ilesos por mim, mas realmente eu torço mais pro time dos vegetais.
Mas então, por que cargas d’água eu resolvi fazer justamente uma torta de carne para uma data importante e pomposa como o reveillon? É uma torta de carne com cerveja, cogumelos portobello, cheddar e outras coisinhas que me pareceu muito apetitosa quando vi o Oliver fazendo na tv. E aí cismei que eu queria, podia e conseguiria fazer e gostar dessa torta.

Eu queria provar pra mim mesma que nesse ano eu vou me superar e apresentar pra mim mesma uma nova Bel, mais forte e destemida; então decidi enfrentar esse grande tabu que vive comigo desde que me entendo por gente.
Fiz, com ajuda do marido pra manejar a carne (porque pegar naquela coisa vermelha e gelada já seria demais pra minha coragem), e ficou gostosa, apesar de um pouco salgada. Mas o fato é que não consegui comer muito dela. Fiquei feliz da vida com a salada e o arroz com lentilhas, e deixei grande parte da torta no prato.
Ainda não consegui driblar essa minha resistência mas, apesar de achar estranho, entendo bem: são 26 anos de condicionamento pra não gostar do cheiro, da aparência, da textura, da cor ou do gosto da carne.


A salada com figos, queijo feta e castanhas de caju e a sobremesa de iogurte, suspiros quebrados e calda de cerejas frescas. Para beber, Drappier e Breg.

Ó 2010, eu to tentando, ta?

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Perambulando por certo Palacete

Ainda não tinha falado aqui, mas o Be trabalha com vinho (importação, no caso), estuda o assunto a fundo e escreve algumas de suas reflexões sobre esse universo - ainda tão desconhecido para muitos - no Peripécias Palacescas.
Claro que vou puxar a brasa pra minha sardinha e fazer propaganda, porque acho o jeite dele de escrever leve e gostoso, apesar da solidez do conteúdo. Ao contrário do que muita gente pode pensar logo de cara, lá não é o típico lugar onde se encontram os chavões metidos a besta dos enochatos que arrotam seus rótulos $ifrados por aí... é um espaço pra ajudar a conhecer, pensar e experimentar mais das possibilidades que as tais frutinhas podem oferecer ao bem viver!
Tá. Mas o que isso tem a ver com o Amélia? Tem a ver que o Be é meu marido, oras! Hahaha
Na verdade tem um pouco mais: parte do trabalho registrado no blog do marido é relacionada com harmonização, ou seja, com a forma de fazer com que o prato/comida/rango converse da melhor maneira com determinado vinho, permitindo que os 2 - bebida e comida - possam dar o melhor de si.
Os posts daqui sobre comidinhas estão aos poucos marcando território, então a partir de hoje eu oficialmente colaboro com o Peripécias Palacescas, documentando, palpitando e, às vezes reclamando, sobre nossas descobertas e tentativas nas cozinhas, restaurantes e biroscas do mundo a fora.

Obs.: Infelizmente, por enquanto o aspecto mundial vai ser menos documentado que o regional... mas aceitamos patrocínio!)
Obs. 2: Alguns posts daqui serão reproduzidos lá e vice versa, mas lá podem ser enriquecidos com comentários do Be.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Tempero na medida

Dia desses, marido e eu resolvemos preparar um prato baseado num kit de especiarias que ele tinha trazido de Londres há um tempo.  Esse kit é uma cartela recheada de pequenos potinhos com especiarias na medida certa para fazer um prato pra quatro pessoas. A idéia é muito boa e o kit é bem lindinho. (Coisa incrível o poder de uma embalagem, não?)
A Kitchen Guru, empresa do casal indiano Rekha e Chandra, disponibiliza 18 receitas, todas mais ou menos tradicionalmente indianas.
Funciona assim ó:


Clica que aumenta!
Aí você compra os ingredientes frescos e pica tudo que precisar, depois vai seguindo a receita (em geral não é nada muito complicado... só umas marinadas básicas). Em uma média de 30 minutos seu prato indiano ta pronto e a casa bastante perfumada pelas especiarias. O acompanhamento é por sua conta, mas um arroz jasmin com um charme qualquer por cima já faz o efeito.
O prato que fizemos aqui em casa foi o Chicken Tikka Masala, uma delícia de frango marinado no iogurte com os sabores mais incríveis que já coloquei na boca. É uma explosão de gostos, cada hora um diferente sobressaindo, deixando o almoço rico, exuberante e exótico. Quando provei não acreditei que nós 2 tínhamos feito uma coisa tão deliciosa e elaborada. Pedaços de gengibre bem cozido, chili verde crocante, sementes de cardamomo pipocando na boca, iscas de franco macias e envolvidas com o molho coral de iogurte e tomate... uma loucura!
Como éramos só nos 2 nesse dia, a refeição nos serviu também do dia seguinte. Em geral a gente não gosta de comer a mesma coisa por 2 dias seguidos, mas quando fomos comer de novo a alegria foi igualmente intensa: fiquei querendo almoçar aquilo por uma semana!

O engraçado é achamos que estávamos ingerindo um exemplar do mais puro preciosismo culinário indiano, e depois descobrimos que na Índia nem existe esse prato: ele foi inventado no Reino Unido!
Bom, fica a dica pra que alguma empresa brasileira de especiarias se habilite a reproduzir essa idéia tão genial. (Alô Bombay!!)
A Kitchen Guru entrega no Brasil \o/ com frete a partir de 3,40 pounds/libras esterlinas (esse valor é pra primeira cartela. A cada nova cartela adicionada ao carrinho são mais 40 pence.) e os kits custam entre 1,99 e 2,74 pounds.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Batata Rostie

E aí eu tinha 4 pessoas pra alimentar e uma vontade louca de comer batata rostie.
A batata rostie (ou rosti ou rösti) é uma espécie de torta frita de batata ralada com o recheio que você bem entender (ou sem recheio algum).

Quando você tiver a sublime idéia de comer batata rostie feita em casa, prepare-se pra segurar a vontade por pelo menos uma noite. Explico: é que as batatas têm que ser cozidas com antecedência pra ficarem descansando por algumas horas na geladeira (para que não se desmantelem ao serem raladas). Eu tive que segurar a minha onda e fazer suspense até a noite seguinte pro meu povo!
Então é assim: Lava as batatas e cozinha as danadas inteiras mesmo. Elas têm que ficar cozidas, mas bem firmes (al dente!). Espera até elas ficarem frias e coloca na geladeira por no mínimo 8 horas.
Depois do tempo de espera, é a hora de ralar as batatas no ralo grosso do ralador e temperar com sal e pimenta (eu ralei um pouquinho de noz moscada também) e dar uma misturada.

monte de azeite (tem que ser do bom, hein!) borbulhante da borda da wok
Aquece bastaaaante azeite numa frigideira grande - eu usei uma wok - e coloca metade da batata ali, fazendo uma caminha pro recheio. Recheia com o que der na telha - usei tomate, cheddar de potinho e manjericão - e aí é só cobrir com o restante da batata.
Convém colocar mais azeite nas bordas dessa tortona de batata pra que as bordinhas fiquem bem fritas e crocantes.
Deixa tudo fritar bastante até dar pra ver as bordas ficando castanhas/douradas. Vira a batata com ajuda de um prato ou de outra frigideira e deixa fritar do outro lado.
Ó: é muuuito azeite mesmo, que deve ter seu excesso retirado antes de servir. (mas eu achei essa parte muito complexa e servi com o azeite todo mesmo. por aqui, ninguém reclamou!)
Uma saladinha esperta e fresquinha, tacinha de vinho branco e pronto: tá feita uma noite feliz!

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Uma semana colaborativa

Outr dia, enquanto Ju preparava a pizza de morrones, marido lavava as louças e eu pendurava as roupas.
Depois, muito cansados de tanto trabalho, comemos e bebemos a valer!
Vida boa, viu!

(a massa era a 7 grãos da Vickbold)

sábado, 5 de dezembro de 2009

Pra não passar perto da balança

Tô cheia de fotos e histórias de comidinhas pra postar aqui, mas fico achando estranho postar tudo o que preparo pra comer!!
De toda forma, não posso deixar de registrar aqui o ABSURDO que foi essa receita que eu fiz há algumas semanas pra mimar uma amiga que tava hospedada aqui em casa (ei Ju!).
Nem lembro mais o que a gente comeu antes da sobremesa (se é que comeu), tamanho o efeito hipnotizador do elemento calórico, mas sei que em dias de muita gente em casa essa sobremesa pode ser uma ótima saída pra quem não ta a fim de se matar na cozinha (é rapidinho de fazer!):


As fotos não tão muito boas porque tava escuro e eu cismo em nunca tirar foto com flash. Mesmo no manual ficou assim escurinha. Sorry!
O que eu fiz ficou assim bastaaante moreno de um lado, mas não tinha gosto de queimado. A textura é mais durinha e seca que a de um bolo normal, e quando esfria fica quase como um brownie, só que com coco. Eu até poderia falar que é uma coisa meio Prestígio, mas me recuso, porque todas as coisas “Prestígio” que já comi me desagradaram profundamente (e esse bolo nãaao!!)
Mas ó: é BEM doce, então é mesmo melhor pra quando tiver muita gente pra comer, que aí é só servir pedaços pequenos e ninguém fica enjoado!
A receita veio do Rainhas do Lar (adoro!) e é a seguinte:

1 pacote de massa de bolo (eu usei de chocolate, mas a moça do Rainhas usou de cappuccino... vai do seu humor)
1 ovo batido
2 colheres (sopa) de manteiga
(você amassa isso tudo até virar uma farofinha úmida e forra o fundo de uma assadeira/refratário com a farofa, apertando com as mãos ou uma colher)
1 lata de leite condensado
½ pacote de coco ralado
1 ovo batido
1 barra (180gr) de chocolate meio amargo em pedaços (do tamanho de avelãs, ou algo do gênero)
(Mistura toda essa segunda parte e coloqa por cima da base de massa de bolo. Manda pro forno e em uns 25 minutos tá pronto.)

Putz... o chocolate ainda derretido é uma negócio de louco!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Cozinha pós moderna


Imaginem a imensa felicidade da amélia aqui ao receber de presente de casamento um super maxi mega gold grill Geroge Foreman.
Imaginem também quantas comidas saudáveis, pratos livres de excessos calóricos, belezuras gastronômicas sem culpa na consciência e incríveis preparações amigas da dieta nossa de cada dia eu não farei com a nova peça da minha bela cozinha.
Agora realizem que eu sou uma gordinha mental que sempre pensa na próxima refeição.
Claro que o primeiro cardápio vai ser um sanduíche (iche) beeeem delicioso cheio de queijo derretido saindo pelos lados!
nham :)

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Enfim, cupcakes!

Não faz muito tempo que a moda dos cupcakes chegou no Brasil, mas quando o bolinho confeitado, que é comum na Inglaterra e nos EUA, se instalou por estas terras logo ganhou os olhares, o desejo e o coração de mocinhas apreciadoras da boa mesa (e da boa aparência, claro!).
Eu acho cupcakes fofos, deliciosos, desejáveis e pecaminosos (porque provoca gula, sério!), e acho que comer coisas bonitas faz bem pra gente, sejam doces ou salgadas; cozidas ou cruas (sushi!)
Aqui em Belo Horizonte ainda não existem lugares do tipo a Love Cupcakes ou a Vintage Cupcake, que fazem cupcakes lindos e aparentemente deliciosos, então eu resolvi (com a ajuda da receitinha da Lu) fazer os meus próprios e chamar as amigas para um pequeno rendezvous com espumante e muita fofoca!
Com um pedaço do bolo de aniversário mais original que já vi (uma imensa barra de goiabada que mais parecia uma travesseiro), dei uma incrementada na receita base e acabei inventando um cupcake no estilo Romeu e Julieta, com cobertura de chocolate branco e cream cheese.
Quando vi que eles tinham saído lindos e perfeitos do forno, encarei o espírito da coisa e usei um saco de confeitar (me sentindo a Marta Ballina!) pra colocar a cobertura.

Olha, não tava botando muita fé, mas ficaram deliciosos! Até meu pai que não é muito de doce pirou no negócio e acabou comendo os últimos escondido (quando fui procurar já não tinha mais!)!!
Amigas, clima de despedida de Minas Gerais (depois eu conto), comidinha gostosa e brindes emocionados... bom demais!
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